Cidades mais cara do mundo em termos de custo de vida, Luanda é a 89.ª ... Veja mais...Especial News

Luanda foi a 115.ª cidade mais cara do mundo em termos de custo de vida, descendo 89 posições no 'ranking' em relação ao ano passado (26.ª), num estudo da Mercer ontem divulgado e que é liderado por Hong Kong.



O preço da gasolina (0,23 cêntimos de euro), na capital do país, é o mais baixo do mundo, porque o Estado, com a subida da taxa de câmbio, continua, na prática, a subsidiar os combustíveis.

Lisboa é a 106.ª cidade mais cara do mundo. De acordo com o estudo global sobre o Custo de Vida de 2019 da Mercer (‘Cost of Living Survey’), Lisboa “desceu 11 posições no ranking, posicionando-se à frente de cidades como Luanda, que estava na primeira posição em 2017.

No 'ranking' agora divulgado, Hong Kong mantém a posição de cidade mais cara do mundo, em oposição a Tunes (Tunísia), a cidade menos cara.

A cidade de Hong Kong figura no top do ‘ranking’ das cidades mais caras para expatriados, seguida de Ashgabat, no Turquemenistão, que ocupa a segunda posição.

Tóquio e Zurique mantêm-se nos 3.º e 4.º lugares, respectivamente, ao passo que Singapura, que ocupa o 5.º lugar, desceu dois lugares, comparativamente ao ano de 2019.

Outras cidades que se encontram no top 10 são Nova Iorque: (5), Xangai (7), Berna (8), Genebra (9) e Pequim (10).

As cidades menos caras para expatriados são: Tunes (209), Windhoek, Namíbia (208), e Toshkent (Usbequistão) e Bishkek (Quirguistão), que empatam no 206.º lugar.

Através do estudo, foi ainda possível concluir que o preço da gasolina em Lisboa (1,61 euros por litro de gasolina 95 octanas) é dos mais elevados, tendo em conta as restantes cidades do 'ranking'.

Comparativamente com a cidade mais cara do ‘ranking’, o preço médio de produtos de limpeza, que inclui antissépticos, produtos de limpeza de casa ou detergente para máquina de lavar loiça, Lisboa apresenta um custo médio de 32,90 euros e em Hong Kong é de 37,80 euros.

Os dados do estudo foram recolhidos em Março pela Mercer, que concluiu que as flutuações de preço em muitas regiões não se revelaram significantes devido à pandemia da Covid-19.

O estudo inclui mais de 500 cidades em todo o mundo, sendo que o 'ranking' deste ano integra 209 cidades distribuídas pelos cinco continentes e analisa e compara os custos de mais de 200 itens em cada local, entre eles alojamento, transportes, comida, roupa, bens domésticos e entretenimento.
O estudo da Mercer conclui que “um conjunto de factores, incluindo flutuações cambiais, custo da inflação no que se refere a bens e serviços e a volatilidade dos preços de alojamento, contribuem para o custo geral dos ‘pacotes de expatriados’ para colaboradores em tarefas internacionais”.

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